O peixe Betta, conhecido por suas cores vibrantes e nadadeiras exuberantes, cativa aquaristas e entusiastas há gerações. Mas além de sua beleza inegável, o que realmente significa o peixe Betta? Neste artigo, vamos explorar a história, as origens e os mitos que cercam os peixe Betta, além de descobrir o verdadeiro significado cultural por trás dessas criaturas fascinantes. Prepare-se para se surpreender com as nuances que envolvem este pequeno gigante da aquariofilia.

A História e Origens do Peixe Betta:
O peixe Betta, cientificamente conhecido como *Betta splendens*, tem suas raízes no Sudeste Asiático, mais especificamente na Tailândia (antigamente Sião), Camboja, Laos e Vietnã. Em seu habitat natural, os peixes Betta habitam águas rasas e paradas, como arrozais, pântanos e córregos lentos. Essas condições ambientais moldaram sua fisiologia e comportamento, tornando-os capazes de sobreviver em ambientes com baixo teor de oxigênio, graças a um órgão chamado labirinto, que lhes permite respirar ar atmosférico.
Originalmente, os peixes Betta selvagens eram muito diferentes dos vibrantes exemplares que encontramos hoje em aquários. Eram peixes de coloração marrom ou verde oliva, com nadadeiras curtas e um temperamento menos agressivo. A criação seletiva, iniciada há séculos, transformou esses peixes modestos em verdadeiras obras de arte aquáticas.
Betta Macho: A Beleza e a Agressividade:
O peixe Betta macho é, sem dúvida, o mais popular e procurado por aquaristas. Sua exuberância de cores e o tamanho avantajado de suas nadadeiras o tornam um destaque em qualquer aquário. No entanto, a beleza do Betta macho vem acompanhada de um temperamento territorial e agressivo, especialmente em relação a outros machos da mesma espécie. Essa característica, que deu origem ao apelido “peixe de briga siamês”, deve ser levada em consideração ao planejar a montagem de um aquário comunitário.
Betta Fêmea: Elegância e Sociabilidade (Relativa):
Embora menos chamativa que o macho, a peixe Betta fêmea possui sua própria beleza e charme. Suas cores são geralmente mais suaves e suas nadadeiras menores, mas ainda assim exibem uma elegância inegável. Ao contrário dos machos, as fêmeas podem ser mantidas em grupos, conhecidos como “harém”, desde que o aquário seja grande o suficiente e haja bastante espaço para cada indivíduo estabelecer seu próprio território. É importante observar que, mesmo em um harém, a hierarquia pode levar a brigas ocasionais, por isso, a observação constante é fundamental.
Peixe Betta Filhote: Do Ovo à Cor Vibrante:
A jornada do peixe Betta filhote é fascinante. Após a desova, o macho cuida dos ovos, protegendo-os em um ninho de bolhas que ele mesmo constrói. Os filhotes eclodem em poucos dias e, inicialmente, se alimentam do saco vitelino. Conforme crescem, necessitam de alimentos vivos e de alta qualidade, como microvermes e náuplios de artêmia. A coloração vibrante dos Bettas se desenvolve gradualmente, revelando a beleza que os tornará tão desejados.
Peixe Betta Selvagem: Uma Conexão com as Origens:
O peixe Betta selvagem representa a conexão direta com as origens da espécie. Diferente dos exemplares domesticados, os Bettas selvagens possuem características mais próximas de seus ancestrais, como cores mais discretas e nadadeiras menores. Criadores e entusiastas buscam os Bettas selvagens para preservar a diversidade genética da espécie e para estudar seu comportamento natural.
Peixe Betta Roxo: Uma Raridade Deslumbrante: